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Por que sou um pai com coração materno?

Por que sou um pai com coração materno?

Por que sou um pai com coração materno?
Romeu Sá Barreto foi criado pela sua Pãe (aquela heroína, que o criou sozinha, desde o seu nascimento, sendo – lhe mãe e pai ao mesmo tempo), que lhe ensinou muito bem como um filho (a) deve ser tratado sob o manto do amor incondicional.
Hoje, Romeu Sá Barreto reproduz com sua filha autista, o mesmo amor incondicional que lhe foi ofertado pela sua divina Pãe.
O diagnóstico do T.E.A. (Transtorno do Espectro Autista) da sua filha, Maria Clara, aconteceu aos 3 (três) anos de idade, passando apenas por 2 (dois) dias de reflexão. Migrou da reflexão para a luta em apenas 2 (dois) dias).
Procurou estudar o autismo na sua forma mais multidisciplinar possível, passando a mergulhar de corpo e alma nos estudos dos direitos dos autistas. Encontrou uma quase infinidade de direitos, pois são mais de 100 (cem) direitos específicos e passou a atuar, também, de corpo e alma na defesa dos direitos dos autistas.
Procuro exercer a minha paternidade atípica da forma mais plena possível, pois ser pai não é somente pagar as contas. Costumo dizer, que pela minha Clarinha, essa fortuna divina, que Deus me deu, eu só não fiz dar de mamar. Mas, fora a mama (impossível de se fazer), perdi noite, levei para médico, participei de reuniões escolares, brinquei, levei para passear, botei para dormir, desabafei com ela, sendo minha grande parceira e amiga, mesmo com tão pouca idade.
O amor incondicional pela minha filha, fez -me mergulhar na luta pelos direitos dos autistas no direito, na parte social e na política.
Romeu Sá Barreto desenvolve um projeto social de atendimento jurídico gratuita para pessoas com câncer, doenças raras, autismo e demais deficiências para as pessoas carentes.
Romeu Sá Barreto é coautor de projetos de leis em prol das pessoas com deficiências.
Luta e ativismo, que nasceram do grande e imenso amor por uma fortuna divina chamada FILHA.
Eis o porque, minha Pãe e minha esposa dizem que sou um pai com coração materno.
Grandioso abraço,
Romeu Sá Barreto – @advogadodosautistas
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