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OS (DE)GRAUS DO AUTISMO

OS (DE)GRAUS DO AUTISMO

OS (DE)GRAUS DO AUTISMO

No momento do diagnóstico os pais desejam saber que grau o filho tem e o que vai acontecer no futuro. Duas coisas difíceis de prever porque o autista cresce e evolui. Quanto mais tratamento adequado para ele, mais chances de “passar de grau”, de subir um degrau.
O grau de autismo se refere à funcionalidade na idade cronológica. Isso quer dizer que vai ser considerado leve, moderado ou severo de acordo com a funcionalidade nas áreas de identificação do autismo: comunicação, socialização e comportamento na idade apropriada (em comparação com o desenvolvimento neurotipico). Com a nova denominação de graus leve, moderado e severo, muitos médicos encontram dificuldades no diagnóstico.
Ainda que ouça que seu filho tem grau leve, não deixe de tratar. Ainda que ouça que o grau não é leve, não perca a esperança de mudar de grau.
É importante saber que a funcionalidade de uma criança determina o grau e não se é “quieta” ou agitada, como muitos médicos definem o autismo infantil quando a criança tem o grau bem limitado de funcionalidade mas mantém um comportamento calmo, sem crises ou agitação.

Com o tratamentos e intervenções corretas para a criança, ela pode evoluir até outro grau mais moderado ou até mais leve. Isso não é regra. Alguns autistas sempre serão considerados severos, da infância a vida adulta. Mas ainda assim podem progredir muito dentro desse quadro.
Cada autista é único.
Suas limitações são únicas e seus talentos também.
Nunca haverá um igual ao outro, nem se desenvolverão iguais aos outros. ◦ Seguir lutando para que sejam o mais independentes, saudáveis e felizes possível, é o melhor que podemos fazer. Terapias, intervenções multidisciplinares, aprendizado adequado e o empenho dos pais podem fazer milagres.

Fatima de Kwant
Jornalista
Especialista em Autismo & Desenvolvimento e Autismo & Comunicação
Ativista Internacional pela Autismo www.autimates.comwww.facebook.com/AutimatesBrasil
@fatimadekwantautismo

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