Palestrante do 1o Simpósio: Prof. Eugenio Cunha

Por uma escola instrumentalizada e sensível Eugênio Cunha O isolamento social causado pela pandemia do Covid-19 deverá provocar mudanças nas práticas de ensino no espaço escolar. Apesar de inúmeras consequências negativas, ainda é possível trilharcaminhos pedagógicos. Professores têm transformado dificuldades diversas em solo fértil para o magistério. No campo da aprendizagem humana, esse processo é

Texto Renata Batista (Psicopedagoga)

Para Piaget, o conhecimento acontece a partir da ação. Nesse sentido os jogos e as brincadeiras são elementos fundamentais para aprendizagem. Sobre a desvalorização de momentos importantes como o brincar, a culpa é de quem? Não tem como apontar culpados. Mas podemos destacar alguns fatores que podem estar prejudicando o processo de brinca:. 1️⃣ Os

Texto Renata Batista

Talvez pela demanda do TEA as crianças no espectro tem pouco tempo de brincadeiras que não sejam dirigidas. Brincar livre é diferente de brincar na terapia, por mais lúdica que a terapia seja. No caso de crianças com autismo, evite brincar perguntando coisas, tipo "que cor é essa?". Esse tipo de brincadeira é chato, e

Voluntariado, quem se Habilita?

VOLUNTARIADO, QUEM SE HABILITA ? Por Giovani Ferreira Embora a palavra voluntariado seja um substantivo masculino, não tem nada a ver com sexo, gênero, religião, cor de pele, poder aquisitivo, etc. Muito pelo contrário, todos estão aptos! Afinal, voluntário é justamente alguém que se dedica a alguma coisa sem ter obrigação de fazê-lo, ponto que

Romeu Sá Barreto

Amar e cuidar dos nossos filhos (as) autistas não é só pagar as contas. Vai muito mais além do que isso. É dar amor de verdade, cuidar, levar para as terapias, receber feedback na escola, ou seja, participar, ativamente, da vida do nosso maior tesouro. Ser pai presente faz bem para o coração, para a

Corpo na Infância

Corpo na Infância Por Pedro Ferreira Psicólogo Quando nascemos somos nossos sentidos. Integramos o mundo como se tudo fosse um só, não há distinção. O peito materno, as luzes no teto, o colo familiar, o calor das roupas e a fome, trazem tudo que temos durante o início da primeira infância (0 a 3 anos)

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