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Arquivos por ano2019

RELATO DO NICOLAS BRITO SALES

RELATO DO NICOLAS BRITO SALES

@nicolasbritosalesoficial

Preciso contar para vocês algumas novidades sobre meu desenvolvimento.

Eu fiz as fotos do casamento de um casal que eu amo muito e que são amigos dos meus pais há muitos anos. A Tia Marlene e minha mãe são amigas há 40 anos! E minha mãe é amiga do Fábio há uns 28 anos! Eu fiz as fotos com muita alegria e é o tipo de trabalho que gosto de fazer. Eu amo fazer books, pre-wedding, dia da noiva, retrato etc.

Bem, mas descobri meu grande problema: é a festa! Gente, mesmo tendo superado muitas coisas, o barulho da festa ainda mexe muito comigo… Eu fiquei muito ansioso no final, principalmente quando foi passar a gravata. Ao mesmo tempo que eu ficava feliz em ver a festa que eles faziam, eu ficava confuso com o barulho. Ainda bem que foi um outro fotógrafo para a festa, pq vcs sabem que casamento não pode (nem deve!) ser um fotógrafo só. São muitos detalhes e é preciso, no mínimo, que tenha dois fotógrafos.

Bem, deu tudo certo na festa, as fotos ficaram lindas, os noivos estão felizes, mas eu decidi que vou continuar fazendo pre-wedding, dia da noiva/noivo, fotos dos detalhes, mas, realmente, não quero mais fazer festa até o último minuto. Vou sempre contratar um fotógrafo para terminar a festa. Eu vou supervisionar 😊

E eu não sei explicar a sensação para vocês, mas sei que eu estava confuso, pq eu queria estar ali com meus amigos, mas eu ficava me sentindo tonto com o barulho e os movimentos. Era muita luz, muito tempo, muito barulho. Essa mistura de alegria e desespero é estranha… Não sei se um dia vai passar, mas, pelo menos, eu já consegui superar muitas outras coisas e já sou capaz de trabalhar e ganhar meu dinheiro com outros nichos que eu sou capaz e gosto de fazer.

Eu não preciso saber e fazer tudo, eu só preciso ser feliz e viver com dignidade!

Obrigado Marlene e Fábio, pela confiança. A festa de vocês estava linda!!! E que o casamento de vocês seja ainda mais feliz.

MASKING – Aline Provensi

Por Aline Provensi, psicóloga, especialista em TEA

O que é “MASKING”? É um termo que define o comportamento de mascarar as próprias características, rejeitadas por outras pessoas.

Ou seja, após ser criticada por “não ser normal” ou por ouvir que ser diferente não é bom, a pessoa autista passa a observar as pessoas a sua volta e passa a se comportar de forma neurotípica em ambientes sociais, escondendo comportamentos que são considerados “estranhos” – mas muito importantes para o bem estar.

Pode ser que a pessoa pare de fazer stims para se regular, tente olhar no olho o máximo que pode, se exponha a ambientes de sobrecarga sensorial… E é provável que isso seja muito desgastante.

É comum que autistas tenham crises, dores de cabeça/corporais ou que durmam imediatamente assim que chegam em casa, por terem mascarado suas características o dia inteiro e desrespeitado seus próprios limites, para parecerem “normais”.

Autismo não é vergonha, stims não são vergonha, hipersensibilidade não é uma vergonha, sobrecarga sensorial não é uma vergonha 💛

Contato: @tirinhasdasara

A Questão do Diagnóstico – Pedro Ferreira

A QUESTÃO DO DIAGNÓSTICO.

Ocupar o próprio corpo sem se compreender não é propriedade da adolescência, mas autoria da humanidade. Quando braços esbarram em seus limites e pernas encontram suas alturas, o crescimento ainda está apenas se mostrando. O invisível de cada um e cada uma não é o pensamento, mas o desejo de ser maior do que a carne e os ossos permitem. Então, desenfreados, nos estranhamos buscando tatear as bordas de nossos possíveis.

Seguimos esbarrando em relacionamentos que nos entortam, escolhas infelizes que amedrontam e bicando quinas que nos cortam. Sem agenda e, tão pouco, controle, a vida acontece enquanto acontecemos, sem intervalo ou arrego, costuma ser puro desassossego. É difícil de entender.

Costumamos dar nome para tudo, dizem ter sido essa nossa vocação desde a criação do planeta em que vivemos. Nomeamos para que entendamos, através de palavras alegamos conhecimento e compreensão. Assim, nomes são dados e nomenclaturas vão sendo formuladas para aqueles e aquelas que querem dizer com pressa. Entretanto, sempre há o que não cabe em palavras, aquilo que resta e escorre pelas bordas das letras.

É quando surgem os diagnósticos que constatações tomam forma de lei e destino, pois autoridades intentaram contra o ser, na tentativa de colar pessoas em desígnios clínicos. O mal dos diagnósticos clínicos não está em sua existência, mas no ato de quem se utiliza da ciência para limitar as vivências – temos diagnósticos, não somos diagnósticos. Pessoas são muito mais.

Pedro Ferreira, psicólogo, escritor e palestrante.

Depoimento de Jennifer Sório

Depoimento de Jennifer Sório, dona de casa, mãe de Ian Sório de 8 anos, síndrome X Frágil e autista.

Ser mãe transformou minha vida, antes mesmo de receber os diagnósticos.

Simplesmente ser mãe.

Meu Ian é portador da Síndrome do X Frágil e autista.

Descobrimos a síndrome antes do autismo, por já conviver a síndrome desde criança, por ser hereditária, tenho vários casos na minha família. Não foi uma surpresa, mas foi e é um desafio.

Fechamos o diagnóstico da síndrome quando o Ian tinha dois anos e meio, e o autismo descobrimos com cinco anos.

Posso pontuar aqui que aprendi e aprendo as melhores lições.

A falta de comunicação por dificuldade na fala dele, me ensinou a ler pensamentos e prestar muita atenção nos detalhes.

Os atrasos de desenvolvimento me ensinam a ser perseverante e amar a sensação de superação que só conheci depois dele.

Preciso ‘’roubar’’ mais abraços e beijos, e aprendi que é melhor dar do que recebê-los de volta, mas quando recebo, são os melhores:

com toda a sinceridade que só quem é mãe de autista conhece (rs).

Aliás a sinceridade, espontaneidade e transparência dele é algo que me encanta.

Nossas lutas são diárias, não é um conto de fadas ser mãe atípica, nem quero pintar o quadro, mas procuro focar o que aprendo nesses desafios.

Só quem vive sabe, e só quem tem essa realidade aprende.

Por isso não cobro compreensão de quem está de fora.

Procuro ensinar quem quer aceitar a inclusão, a como lidar, como solucionar a crise de gritos, crise de agressividade, crises de endurecer o corpo, seletividade, esgotamentos com barulhos, toques… e disso tiro mais uma lição que aprendi: a paciência.

Tem sido uma grande alegria, mesmo com as tristezas que vêm no pacote. E sempre digo, a vida é isso, com deficiência ou sem, coisas boas têm partes ruins também, e coisas ruins têm partes boas, ou seja, a vida é esse equilíbrio.

Espero que vocês que estão lendo aprendam a tirarem o melhor do pior, e lidar com o pior que vem junto com o melhor. Esse paradoxo nos torna eterno aprendizes, e nós temos belos professores, nossos filhos.

Nos sigam nas redes sociais: youtube.com/diariodeumxfragil – instagram: @diariodeumxfragill – facebook: diariodeumxfragil – twitter: diariod1xfragil

Profissão : Mãe/ dona de casa

Notícia!!!!

https://www.gaspar.sc.gov.br/noticias/index/ver/codNoticia/577376/codMapaItem/20033

 

O Dia Nacional dos Surdos por Adriana Prado Santana Santas

Dia Nacional dos Surdos é comemorado anualmente em 26 de setembro.
O principal objetivo desta data é desenvolver a reflexão sobre os direitos e inclusão das pessoas com deficiência auditiva na sociedade.
Esta data foi oficializada através do decreto de lei nº 11.796, de 29 de outubro de 2008.
A data lembra as lutas e conquistas da comunidade surda incluindo ouvintes que participam ativamente no meio surdo.
A escolha do 26 de setembro é uma homenagem à criação da primeira Escola de Surdos do Brasil, em 1857, na cidade do Rio de Janeiro, que atualmente é conhecida como INES (Instituto Nacional de Educação de Surdos).
Uma das principais conquistas dos surdos ao longos dos anos foi o reconhecimento nacional da LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), através da lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 e do Decreto nº 5.626/2005.
A luta das pessoas com surdez também é relembrada todos os anos em 30 de setembro, quando se celebra o Dia Internacional do Surdo.
O mês de celebração do Dia dos Surdos é conhecido como “Setembro Azul”, sendo esta cor um sinal de representação para a comunidade surda.
Segundo estudos isso se dá porque na época do nazismo as pessoas com deficiência eram identificadas com uma fita azul turquesa no braço, por isso a escolha da cor azul.
Os surdos tem buscado seu espaço na sociedade, são muitos os lugares em que estão inseridos, assim nós ouvintes precisamos estar atentos na comunicação com eles. O cursos de Libras tem oportunizado essa interação.
Na cidade de Pomerode tem oferecido cursos regularmente para comunidade em geral. Ano passado a prefeitura sediou um curso de libras básico oferecido pela professora Adriana Prado que é especialista na área para profissionais da rede educacional, e se estuda a possibilidade de oferecer para profissionais na área saúde.
Fica o incentivo para respeitarmos essa cultura tão peculiar, pois Língua Brasileira de \sinais ou libras ou Língua de Sinais Brasileira – LSB, é reconhecida cientificamente como língua oficial da comunidade surda, porém qualquer pessoa interessada poderá aprender.
Adriana Prado Santana Santas
Supervisão de Disciplina da Uniasselvi
Intérprete de Libras

Formação continuada inclusiva

Formação continuada inclusiva

Embora a Constituição Federal (BRASIL, 1998) assegure igualdade para todos os cidadãos, e diversas outras leis[1] versem sobre a proteção dos direitos inclusivos, muitas escolas ainda utilizam o método da Integração do aluno atípico em sala de aula como forma de inclusão escolar.

Dentro ou fora de classe, há necessidade de agentes educacionais que promovam a inclusão por meio de ações imediatas de socialização, mediação e suporte adaptado, promovendo acolhimento e auxiliando o desenvolvimento de todos, pois, as diferenças devem ser trabalhadas com todos os alunos independente de terem (ou não) um laudo. Esse laudo resguarda os diretos, mas a inclusão serve para todos os alunos, sejam diferenças de comportamentos, opiniões e até necessidades especiais. Dessa forma, negar o direito de um aluno frequentar a escola seria negar o direito dele de viver em sociedade com os mesmos direitos de todos de ir e vir com segurança e qualidade de vida.

Cabe salientar que a inclusão traz benefícios não somente aos alunos atípicos, por terem seus direitos salvaguardados, pela interação sociocultural, pelo aprendizado e pela valorização de suas potencialidades, mas também para todos: a) aos alunos neurotípicos, por aprenderem a lidar com o diferente, a desenvolverem novas maneiras de interagir com quem não fala, não ouve ou não enxerga, por exemplo. Essa necessidade de adaptação na socialização será extremamente importante no futuro das crianças neurotípicas. Se bem orientadas, elas se tornarão adultos mais bem preparados para enfrentar os mais diversos tipos de ambiente profissional, acadêmico e até familiar — e poderão colher os benefícios disso; b) à escola, que se capacita para lidar com todos os alunos; c) ao professor, por exercer seu papel de mediador educacional e de socializador de todos os alunos, e não de alguns; ou seja, um agente de transformação social.

Todavia, para isso ocorrer, o docente tem que ter opções de cursos, palestras, entre outros para ele rever e/ou aprender e/ou reciclar seus conhecimentos. Nesse sentido, a formação continuada é o lócus privilegiado da construção dos saberes profissionais da docência, no qual o agente educacional confronta a teoria com os desafios da prática, além de ter informações atuais e pertinentes sobre o TEA para transformar seu cotidiano docente mais inclusivo.


[1]Lei nº 9.394/1996 – Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN); Lei nº 8.069/90 – Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) toda criança tem o direito ao acesso à escola); Lei nº 12.764/2012 – Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e Lei nº 13.146/2015 – Inclusão da Pessoa com Deficiência/ Estatuto da pessoa com Deficiência.

SETEMBRO BRANCO DA INCLUSÃO: DIÁLOGOS E PERSONAGENS DA VIDA REAL

SETEMBRO BRANCO DA INCLUSÃO: DIÁLOGOS E PERSONAGENS DA VIDA REAL
Estávamos na cantina conversando após uma aula sobre histocompatibilidade e fagocitose…
Eu: “João, estava conversando com a sua mãe (Adriana) sobre escrevermos um texto para o Setembro branco da inclusão. Pensamos em falar sobre a inclusão no ensino superior.”
Ele: “Mas quem pode falar sobre isso sou eu!”
Concordei e sugeri:
Eu: “Vou te entrevistar, o que você acha?”
Ele: “Olha que sou sempre sincero… (sei disso e adoro!).
Eu: “Então, vamos lá”:
– O que você acha importante falarmos primeiro?
João: “Sobre os professores. Acho que faltam informações aos professores que vão trabalhar com o aluno autista. Muitos querem ajudar, buscam informações por conta própria, mas ainda não é suficiente. O autista tem ‘graus’ e o professor não pode padronizar. Outros autistas virão e serão diferentes”
-E o que você acha das provas?
João: “As provas são um detalhe que incomoda: todas deveriam ser adaptadas. Preferia que não tivessem questões discursivas, que as respostas fossem em tópicos, mais objetivas e sem ‘pegadinhas’. O autista usa a lógica para responder e leva para um sentido literal.”
-Vamos falar sobre os colegas da faculdade?
João: “Os alunos poderiam interagirem mais. São poucos que vem conversar, mas isso não me perturba, pois já acontecia na escola. E ainda falando sobre a escola eu queria dizer que as escolas especiais isolam. Não tenho nada contra elas, mas elas excluem mais do que incluem. Os alunos em escolas regulares se desenvolvem mais.”
-Qual o seu método para estudar e dar conta de tantos conteúdos?
João: “Eu leio, decoro, mas entendo o que eu decoro. Consigo explicar. Depois de ler faço pesquisa. Por exemplo: vou ver o que tem o hipotálamo a ver com o que o professor falou”.
-Vamos falar sobre inclusão?
João: “Um dos meus sonhos é ver a inclusão acontecer de fato, sentir que tem amor de verdade entre alunos e alunos, e entre professores e alunos. Será que tem respeito mesmo entre todos?”
A maioria dos professores gostam de escrever, mas terminar este texto está difícil.
Fico refletindo que cada resposta do João daria uma tese de mestrado em várias áreas do conhecimento, mas como ele mesmo diz: “Pensa, repensa e segue o seu coração”.
E lembrei-me do dia em que você me explicou (fundamentando teoricamente, inclusive) que “sem amor eu nada seria”.
João, você que é o meu professor!
Mara Flatau
Intérprete educacional da UNIASSELVI e do aluno João Vitor Ferreira

Formação continuada: inclusão é informação!

Formação continuada: inclusão é informação!

 

A escola não é uma instituição pronta, acabada e inflexível, mas uma estrutura que acompanha o ritmo individual de aprendizagem de cada aluno, fator que deveria ser levado em consideração quando abordada na perspectiva da educação escolar inclusiva. O autismo tem um espectro muito amplo, os sintomas variam de pessoa para pessoa, com diferentes graus de comprometimento. Ou seja, as pessoas são diferentes e agem de maneiras diferentes, sejam elas autistas ou não, e o que todos eles terão em comum é o comprometimento comportamental na interação social e na comunicação. Posto isso, deve-se respeitar o autista em sua individualidade: um sujeito sociocultural, criador e protagonista de sua própria história, isto é, o autista por aquilo que ele é, e não por aquilo que será.

Ademais, ele, além do direito à matrícula e ao professor de apoio, também tem o direito de possuir materiais adaptados e avaliações diferenciadas com a utilização de uma linguagem mais objetiva e com imagens, para ser avaliado conforme seus avanços, seu desenvolvimento pessoal e não por critérios comparativos.

Dessa forma, as informações e os conhecimentos adquiridos pelo professor na formação continuada ajuda diretamente sua prática docente, porque muitas vezes antecipam, de alguma forma, a exposição de situações que poderá encontrar ou já encontrou na escola. Ou seja, a articulação da teoria-prática visto que, na formação continuada, é a construção da prática-reflexiva, pois se leva em consideração a realidade que o docente está inserido, assumindo a reflexão na ação que permite a associação teoria-prática.

Tomada em seu conjunto, a reflexão proposta da importância da formação continuada contribui para o progresso da formação e do trabalho docente devido ao suporte que oferece ao desenvolvimento profissional, além de promover um crescimento pessoal e institucional, colaborando com possíveis mudanças na prática.

Vale assinalar, ainda, que o principal papel da escola é a socialização. Nela, a criança/adolescente passa por diversas situações nas quais pode antecipar como será sua vivência extramuros. Afinal, quanto mais diversidade encontrar na escola: seja convivendo com adultos diferentes de seu meio familiar; ou relacionando-se com pares distintos, maior será sua preparação para a vida fora da escola. Por fim, também é válido considerar que os educadores são os agentes mobilizadores e, juntamente com seus alunos, são agentes de transformação social; é na escola que realmente pode-se fazer a diferença. Escola é lugar para todos, e não para alguns!

Lilian Maria Rieg da Silva – psicopedagoga e professora de apoio

Minha experiência como professora de apoio de Victor, 16 anos de idade, autista não verbal, aluno do 2º ano ensino médio e com grandes desafios no dia a dia.
No início do ano letivo, primeiros dias de aula, Victor  observava tudo  e sempre me olhava com semblante sério e desconfiado.
Com o passar dos dias, consegui conquistar a confiança de Victor e assim iniciou uma parceria de respeito que perdurou durante todo ano letivo.
Conhecer o aluno, reconhecer suas expressões para atender suas vontades, afinal, nem sempre estamos a fim de algo, respeitar o momento do aluno é fundamental.
Sabemos que a adolescência é um momento de grandes transformações, hormônios, mudanças no corpo, mudança de comportamento e de atitudes.
Muitas vezes me coloquei no lugar do Victor para tentar entender e compreender o momento dele:
“O que faremos hoje? Quais são seus interesses, o quanto você está motivado para realizar as atividades propostas pelos professores regentes? ”
A autonomia dada ao Victor, fez com que ele demonstrasse seus interesses sem medo de ser repudiado.
Vê-lo chegando ao colégio todas as manhãs feliz, querendo aprender mais e mais me motivava a explorar um mundo possibilidades para enriquecer sua aprendizagem. Estabelecemos um vínculo que trouxe inúmeros avanços que Victor levará em sua vida.
Foi um ano de superação e de grandes conquistas.
Sou grata pelos momentos e pelos ensinamentos que tivemos.
Lilian Maria Rieg da Silva.
Psicopedagoga e professora de apoio.